sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Apple: desejo como significado


Como imagem significativa pra mim escolhi o símbolo da apple, não como maçã, mas o que ele representa. Imagino que Steve Jobs e sua empresa tenham escolhido este símbolo, pois ele está, há séculos, ligado ao desejo de Eva pela maçã no Jardim do Éden. Então, é isto que este símbolo representa para mim: o desejo que os belos e otimizados produtos da Apple despertam naqueles apaixonados por tecnologia.

O que é semiótica?




A semiótica provém da raiz grega ‘semeion’, que denota signo. Assim, desta mesma fonte, temos ‘semeiotiké’, ‘a arte dos sinais’. Esta esfera do conhecimento existe há um longo tempo, e revela as formas como o indivíduo dá significado a tudo que o cerca. Ela é, portanto, a ciência que estuda os signos e todas as linguagens e acontecimentos culturais como se fossem fenômenos produtores de significado, neste sentido define a semiose. Ela lida com os conceitos, as idéias, estuda como estes mecanismos de significação se processam natural e culturalmente.

Fonte: por Ana Lucia Santana, http://www.infoescola.com/filosofia/semiotica/

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

3º Semestre

Início de 2011, início do 3º semestre, início de novas postagens...

Este blog tem como objetivo funcionar como um portfólio informal para postar atividades e comentários sobre o 3º semestre do curso Sistemas e Mídias Digitais. Boa sorte a mim!

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Trabalho final: conceitos

O link do trabalho final em swf é este.

Esse trabalho foi um desafio e ao mesmo tempo uma revisão do que foi visto no semestre. Desafio pelos quesitos tempo (praxe!) e pessoas. Na verdade, estou reclamando de barriga cheia, pois a minha equipe foi ótima. O que me deixou aflito algumas vezes foi combinar o meus horários aos dos outros para produzir o que era necessário; mas, no fim, tudo ocorreu bem. Lição nº1: paciência e flexibilidade com os horários das pessoas.
A idéia inicial foi minha, e fiquei também com a parte do roteiro e desenho do material. O conceito era simples; museu lembra: guia, salas, quadros e caminhos internos a percorrer, complicado foi desenvolver o aplicativo que se mostrou bem trabalhoso, por causa do Flash. Mas vencemos o tempo e como atividades foram bem executadas conseguimos entregar o material.
A parte da cadeira de Comunicação que mais nos influenciou, foi o estudo das cores, algo que foi bem presente nos MED’s de todos os alunos. O uso de harmonias cromáticas ajudou a construir uma peça aceitável; não perfeitamente bela, mas que atendeu aos quesitos que propomos. Vale ressaltar também o uso das fontes nos textos, fontes corretas ajudam em um bom produto. Lição final: um produto bem elaborado, utiliza conceitos de composição visual, de tipografia e, se for pedido, utilizam até digital storytellings.

Harmonias cromáticas


Harmonia cromática ocorre quando certa escolha de cores permite ao olho manter-se em equilíbrio, ou seja, a soma de todos os tons tem que resultar em um cinza médio. Quando há harmonia cromática, há uma situação de conforto para o olho, uma situação de relaxamento, o olho dificilmente cansará de olhar a essa imagem. Essa é a grande vantagem de se trabalhar a partir da harmonia.

É importante lembrar que o olho sempre vai buscar o equilíbrio, independente de haver ou não harmonia cromática.

Quando há harmonia, o cérebro interpreta as cores assim como elas são em sua natureza químico-física, o efeito delas é estático, sólido e previsível. Já quando não há harmonia o olho tentará criar essa situação de equilíbrio através de efeitos como o contraste simultâneo e o surgimento de pós-imagens, que dão às cores novos efeitos, enorme oscilação e as tornam abstratas.

Existem diversas maneiras de se alcançar o cinza médio na mistura das cores, desde as mais simples, misturando branco e preto, ou através da soma de tons complementares, até as mais complexas que envolve a mistura de diversas cores, (desde que bem pensadas), Essas misturas de cores são chamadas de “acordes” de cores. É interessante pensar nesse termo, retirado da música, pois lá ele significa mistura de notas diferentes, mas harmônicas.

Nem tudo que for feito precisa ser harmônico, quando se foge da harmonia cromática, se alcança efeitos novos que podem tornar um trabalho muito mais interessante. Entretanto, nesses casos se faz ainda mais necessário o conhecimento da harmonia e suas conseqüências, bem como as conseqüências da sua ausência.

Exemplos de sites que usam a harmonia cromática são:
o gostoso site da qualy: http://www.qualysadia.com.br/
e o famoso twitter: http://www.twitter.com

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Famílias dos tipos







Verdana é uma família tipográfica sem-serifa concebida pelo designer Matthew Carter para a Microsoft Corporation, com colaboração no hinting manual (hand-hinting) de Tom Rickner da Agfa Monotype.

A Verdana foi publicada em 1996 pela Microsoft e passou a ser distribuída em cada edição do sistema operativo Windows, no Microsoft Office e com o Internet Explorer (desta forma a fonte está difundida tanto em Windows quanto em Mac OS).

Além disso, uma versão reduzida da Verdana (com menos glifos que a versão original), denominada e inserida no pacote Core fonts for the Web, esteve disponível para download gratuito no sítio oficial da Microsoft durante bastante tempo, de forma a que pudesse ser utilizada em qualquer sistema que suportasse fontes TrueType.

Consequentemente, hoje em dia, a Verdana está instalada na maioria dos computadores, mesmo em Unix e Linux.

A versão Core fonts for the Web da verdana ainda está disponível para download em sites externos

A fonte foi inspirada em tipografias famosas, como a Frutiger. Entretanto, existem algumas diferenças intencionais, pois a Verdana foi desenhada com o intuito principal de ser lida em ecrãs de baixa resolução (especialmente em tamanhos pequenos, de forma a adaptar-se bem aos textos corridos).

Uma das diferenças mais marcantes são as pseudo-serifas em letras como o "J" e o "I". Em 1999 foi publicada a fonte Tahoma, similar à Verdana, mas mais compacta quanto ao desenho.

A fonte Bitstream Vera também é similar à Verdana.

Tahoma é uma família tipográfica sem-serifa de grande legibilidade, comissionada pela Microsoft e desenhada por Matthew Carter.


Foi publicada em 1996 e é instalada por padrão em todos os sistemas Macintosh e Windows. Uma vez que é parte do pacote de "fontes web" e que esteve disponível para download gratuito a partir do site da Microsoft por muitos anos, muitas distribuições de Linux e Unix também a utilizam.

Frequentemente é considerada uma excelente fonte tipográfica para a leitura na tela do monitor, para o qual ela foi concebida. Já que é instalada na maioria dos computadores do mundo, é muito usual encontrá-la como fonte no texto principal de uma página web. Esta fonte tem muita semelhança com a fonte Verdana.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Criar um digitalstorytelling...


Criar uma história em grupo é bem interessante. Primeiro surgem as ideias, que são combinadas, estas transformam-se em storyboards que se tornam um projeto belo. Esse foi a história da Elisa. A Katrine escreveu um texto para a cadeira de Narrativas e decidiu criar a nossa história a partir dele. Logo no início, gostamos da personagem e do desenrolar de sua vida.
Utilizamos o princípio da composição visual do contraste, que, além de dar um tom mais interessante à obra, nos faz lembrar da condição física da Elisa, personagem fictícia, que só enxergava em tons de cinza. A partir daí, construímos o storyboard, cheio de observações que doaram ao trabalho características que beiravam a feminilidade(culpa da Katrine), tudo planejado para agradar a quem vê a história.
A personagem, em desenho, foi criada pelo Boro(José Moreira), uma surpresa pra mim, o desenho é simples, mas muito bom; a personagem é fofa e meiga, apaixonante, é muito fácil gostar dela. A história da Katrine foi bastante interessante de se trabalhar e eu ajudei na construção do roteiro, oferecendo umas ideias em determinados pontos. Por fim, o resultado se mostrou interessante pelo cuidado ao fazê-lo, gostei da personagem, gostei da história, gostei de realizar este trabalho.